Resenha 7ª Corrida Eu Amo Recife

Com alguns cortes, a 7ª edição da Corrida Eu Amo Recife animou as ruas da capital pernambucana em noite de sábado

Das corridas noturnas da capital pernambucana a mais aguardada ainda é a Corrida Eu Amo Recife. Ela atrai os corredores fugindo do sol e com algumas atrações musicais acabou se consagrando no calendário pernambucano como um dos eventos mais aguardados do ano. Mas isso quer dizer que foi uma corrida legal? Na verdade não.

Impossível não comparar a sétima edição com as anteriores porque faltou beleza na largada. Se é corte de orçamento a gente não sabe (e nem cabe ao Corredor Endorfinado investigar), mas os passistas e confetes com aquele frevo raiz tocando enchia os olhos dos corredores inscritos e quem ficava no apoio esperando o evento finalizar. Este ano nada disso aconteceu, apenas uma sirene não muito intensa e todo mundo disparou na pista. Ficou a saudade das filmagens do ano passado.

No percurso o básico foi cumprido e esperado. Hidratação geladinha, orquestras de frevo e DJs ao vivo em palcos montando tanto no percurso de 5 como 10 km. Na chegada Patusco tocava ao vivo para animar ainda mais a galera. Música não faltou para deixar o pessoal agitado.

No mais foi um evento simples, sem muito recheio para os olhos do corredor recifense que em muitos casos aguarda por meses pela Corrida Eu Amo Recife. Até o colorido da medalha mudou, ficando em cor dourada e sem as tradicionais cores da bandeira do Estado presentes nas edições passadas. Talvez um toque a mais de glamour deixasse o corredor mais contente, a principal atração da festa.

 

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